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Segundo as palavras de  Rogerio Zarattini Chebabi, que entre outros cargos também é Presidente da Associação dos Advogados Aduaneiro dos Brasil, o SISCOSERV está amplamente arraigado e, além de que não acabará mais, tem caráter exclusivamente punitivo aplicando multas por registros extemporâneos, que são facilmente detectados dentro das “arapucas” criadas para poder aumentar a arrecadação:

a) R$ 500,00 (quinhentos reais) por mês-calendário ou fração, relativamente às pessoas jurídicas que estiverem em início de atividade ou que sejam imunes ou isentas ou que, na última declaração apresentada, tenham apurado lucro presumido ou pelo Simples Nacional; (esta multa vale para pessoa jurídica de direito público).
b) R$ 1.500,00 (mil e quinhentos reais) por mês-calendário ou fração, relativamente às demais pessoas jurídicas;
c) R$ 100,00 (cem reais) por mês-calendário ou fração, relativamente às pessoas físicas
Estas hipóteses são as mais fáceis de serem descobertas pela RF para aplicação destas multas. Alias não é nenhum humano que descobre isso, é um computador ou um conjunto deles.
No caso de registros RF e RP, estes são mais difíceis de serem constatados. Precisariam de cruzamento de dados mais efetivo com Banco Central (e nem sempre há operação cambial evidenciada) e, claro, RF.
Mas RAS e RVS são facilmente verificados por falha do próprio contribuinte, que atrasa seus registros e se auto denuncia.
Registrada a venda ou aquisição fora do prazo, a RF efetua uma Notificação de Lançamento contra o contribuinte, especialmente se este contribuinte optou por ter “domicílio eletrônico”.
Ouve-se que muitos têm recebido as notificações de lançamento relatando as infrações dos atrasos, juntamente com os respectivos DARF’s para pagamento.