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Depois de eliminar 20 mil postos de trabalho e de um resultado negativo em seu desempenho, com queda de 5%, no ano passado, a indústria têxtil brasileira deve passar neste ano por um período de ajustes e só retomar o crescimento de fato, a partir de 2016, previu na última semana o presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit), Rafael Cervone.

Ele disse que o encarecimento dos custos de produção, com destaque para a energia elétrica e tributação, além da concorrência com os chineses, tem levado os empresários do setor a mudar de estratégias para manter as atividades. “Só este ano a energia ficou 40% mais cara e o megawatt /hora, que há dez anos custava R$ 60, 00, subiu para R$ 800,00 e isso preocupa muito o setor”. FONTE: AGÊNCIA BRASIL.

Ou seja: de nada adiantaram as proteções alfandegárias exigidas pelo setor. A industria têxtil nacional deveria rever seus investimentos em tecidos mais competitivos que atendam as exigências de consumo tanto no Brasil quanto no exterior. Se os chineses conseguem, por que não nós?

Só pedir proteção e ficar à sombra das asas da pátria amada mãe gentil não aumenta e, nem melhora, a produção.