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Flecha
À curto prazo o Brasil pode ter que aumentar os impostos, para melhorar suas contas, adotando uma estratégia confiável, independentemente do que possa vir a acontecer na sua política. O FMI avalia que o Brasil deve, também, resolver a rigidez dos gastos públicos, determinados pela Constituição e, consequentemente, difíceis de cortar.
Além disso, avalia o FMI, uma reforma na Previdência é essencial, enfrentando todas as dificuldades que uma atitude destas possa causar.
A previsão do FMI é de que o Brasil voltará a ter superavit primário somente em 2020. No curto prazo, a dívida/PIB deve passar de 76,3%, este ano, para 80,5% em 2017.
Fonte: O Estado de São Paulo – 28/04/2016.